Uma doença que tem várias formas de manifestação, desde pequenas áreas sem cabelos até a ausência total de pelos e cabelos do corpo. A origem da doença ainda é indefinida, mas a teoria mais forte fala a favor de uma predisposição genética que desencadearia a reação auto-imune com ataque do folículo capilar e consequente queda do cabelo.

Os tratamentos podem ser clínicos, com uso de medicações tópicas ou infiltração de medicaçãoes,  ou então, já em casos mais graves e extensos, medicações orais podem ser necessárias. Há vários estudos em andamento de medicações imunobiológicas para casos resistentes, sendo possíveis alternativas em futuro próximo.

Alopecia areata é uma doença inflamatória que provoca a queda de cabelo. Diversos fatores estão envolvidos no seu desenvolvimento, como a genética e a participação autoimune. Os fios começam a cair resultando mais frequentemente em falhas circulares sem pelos ou cabelos

Sintomas

A alopecia areata não possui nenhum outro sintoma além da perda brusca de cabelos, com áreas arredondadas, únicas ou múltiplas, sem demais alterações. A pele é lisa e brilhante e os pelos ao redor da placa saem facilmente se forem puxados. Os cabelos, quando renascem, podem ser brancos, adquirindo posteriormente sua coloração normal. A forma mais comum é uma placa única, arredondada, que ocorre geralmente no couro cabeludo e barba, conhecida popularmente como pelada.

Tratamentos

Diversos tratamentos estão disponíveis para a alopecia areata. Medicamentos tópicos como minoxidil, corticoides e antralina podem ser associados a tratamentos mais agressivos como sensibilizantes (difenciprona) ou metotrexate. Corticóides injetávies podem ser usados em áreas bem delimitadas do couro cabeludo ou do corpo. A opção deve ser realizada pelo dermatologista em conjunto com o paciente. Os tratamentos visam controlar a doença, reduzir as falhas e evitar que novas surjam. Eles estimulam o folículo a produzir cabelo novamente, e precisam continuar até que a doença desapareça. Atenção: Evitar a “automedicação”. Somente um médico dermatologista pode prescrever a opção mais adequada

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